RECANTO PRIMAVERA -

domingo, 18 de dezembro de 2011

F E L I Z N A T A L

N A T A L Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas. É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações. É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui. Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia. O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração. Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade. Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz. Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes. Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último. Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante. Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo. Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos! FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS! São Paulo, Dezembro de 2011
Mons. Boanerges Waldemar Bueno Diocese Carismática de São Paulo ICC – Instituto Católico Carismático Caixa Postal 2055 São Paulo – Brasil Cep.: 06194-971 Contato: 11-8788.3757 / 11-9763.3957 E-mail: PadreboanergesBueno@Catholic.org Blog.: http://missionarios7.no.comunidades.net

terça-feira, 15 de novembro de 2011

CERIMONIAL DE CASAMENTO

Cerimonial dos Casamentos Evangelização nos Ensaios 1) O casamento é celebração de Aliança. Aliança é ato ou efeito de aliar-se e, assim, as pessoas se tornam aliadas, comprometidas mutuamente, cúmplices. Na celebração do casamento, os gestos e palavras que vocês vão praticar, exprimem vários aspectos da Aliança que se celebra. 2) As entradas do noivo e da noiva vão conduzir vocês ao encontro definitivo de suas vidas. Vocês dois já marcaram muitos encontros. Todos passageiros. No casamento, vocês têm o encontro definitivo na Igreja, diante do altar. As entradas de vocês vão conduzi-los para lá. 3) O noivo vem receber a noiva. Este é um momento com gestos de grande simbolismo. O pai da noiva, representando a família dela, entrega a filha para o seu marido. A filha, que está deixando a casa, despede-se de sua casa com um beijo no pai. O noivo cumprimenta afetuosamente o sogro e recebe sua bem-amada com um beijo simbólico de acolhimento. 4) O casamento cristão é diferente do simples casamento de um homem e uma mulher que envolve apenas essas duas pessoas. No casamento cristão, que celebra a Aliança, são três as partes envolvidas, pois o noivo e a noiva (ou pelo menos um deles) já estão comprometidos em Aliança com a pessoa de Jesus Cristo pelo Batismo. Esta Aliança Batismal não é desfeita pelo casamento, mas incluída na Aliança que o noivo e a noiva vão celebrar. Simbolizando a presença de Jesus, como a outra parte nesta tríplice Aliança, a Bíblia (Palavra de Deus) entra com destaque. Este sentido rico e bonito da Aliança no casamento cristão são simbolizados com a entrada das alianças dos noivos juntamente com a Bíblia. 5) Os noivos já se encontraram e já estão diante do altar. O casamento já começou. Agora vão realizar o primeiro ato dos dois juntos no casamento, praticando um gesto cheio de significado: inclinando-se na direção do livro, beijam a Bíblia, acolhendo a presença de Jesus como participante da Aliança que celebram e a Palavra de Deus como luz para suas vidas, sua união e sua nova família. 6) No momento em que o noivo e a noiva vão pronunciar as palavras do compromisso conjugal, dão-se as mãos, olhando um para o outro, olhos nos olhos, confirmando com esta atitude a verdade do que estão dizendo: "E eu te recebo como minha mulher (meu marido), e te acolho em minha vida, prometendo-te ser fiel, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na juventude e na velhice, amando-te e respeitando-te por todos os dias de nossas vidas". 7) Na bênção nupcial, se os pais dos noivos estão juntos, podem ser chamados para que, com destaque, ao lado do sacerdote, transmitam a seus filhos a bênção nupcial que também eles receberam no seu casamento. 8) Os cumprimentos, ao final, devem ser com o casal junto, e não com cada um separado de cada lado. Afinal, já não seria um bom sinal o casamento começar com cada um dos cônjuges saindo para um lado diferente. Separar o casal neste momento é exclusivo interesse de fotógrafos, o que não se justifica.

terça-feira, 13 de setembro de 2011


CÂNTICO DE NÚPCIAS

Nossos caminhos são agora um só caminho,
nossas almas, uma só alma.

Cantarão para nós os mesmos pássaros,
e os mesmos anjos desdobrarão sobre nós
as invisíveis asas.

Temos agora por espelho os nossos olhos;
o teu riso dirá a minha alegria,
e o teu pranto, a minha tristeza.

Se eu fechar os olhos, tu estarás presente;
se eu adormecer, serás o meu sonho;
e serás, ao despertar, o sol que desponta.

Nossos mapas serão iguais,
e traçaremos juntos os mesmos roteiros
que conduzam às fontes escondidas
e aos tesouros ocultos.

Na mesma página do Evangelho encontraremos o Cristo,
partiremos na ceia o mesmo pão;
meus amigos serão os teus amigos,
perdoaremos com iguais palavras
aqueles que nos invejam.

Será nossa leitura à luz da mesma lâmpada,
aqueceremos as mãos ao mesmo fogo
e veremos em silêncio desabrochar no jardim
a primeira rosa da Primavera.

Iremos depois nos descobrindo nos filhos que crescem,
e não mais saberemos distinguir em cada um
os meus traços e os teus,
o meu e o teu gesto,
e então nos tornaremos parecidos.

E nem o mundo nem a guerra nem a morte,
nada mais poderá separar-nos,
pois seremos mais que nunca,
em cada filho,
uma só carne
e um só coração.

Que o homem não separe o que Deus uniu.
Que o tempo não destrua a aliança que nos prende,
nem os amores, o amor.

Que eu não tenha outro repouso que o teu peito,
outro amparo que a tua mão,
outro alimento que o teu sorriso.

E, quando eu fechar os olhos para a grande noite,
sejam tuas as mãos que hão de fechá-los.

E, quando os abrir para a visão de Deus,
possa contemplar-te como o caminho
que me levou, dia após dia,
à fonte de todo amor.

Nossos caminhos são agora um só caminho,
nossas almas, uma só alma.

Já não preciso estender a mão para alcançar-te,
já não precisas falar para que eu te escute...

( Dom Marcos Barbosa )

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

CASAMENTO - DO "EU" PARA O "NÓS"

CASAMENTO - DO "EU" PARA O "NÓS"

DO "EU" PARA O "NÓS"

Quando duas pessoas chegam ao altar para se casarem, têm de estar conscientes de que para terem o casamento feliz que desejam, precisam saber que o casamento não é só uma questão legal, significa fazer sacrifícios, compartilhar e até restringir em parte a liberdade individual.

Significa fazer economias a longo prazo e a duras penas. Significa ter filhos, que darão despesas, trabalho, preocupação e que precisarão de cuidados; mas também significa sentir as emoções mais profundas e agradáveis que existem.

Antes do casamento, as pessoas têm bastante liberdade de fazer o que bem entenderem, de organizar e planejar a própria vida como melhor lhes parecer e de tomar decisões baseadas nas próprias necessidades e desejos.

Os namorados devem perceber antes de se casarem que cada um tem de aceitar literal e plenamente o fato de que o bem da nova família tem de estar sempre acima do bem do marido ou da mulher individualmente.

Os dois têm de eliminar o "eu" e o "meu" e substituí-los pelo "nós" e pelo "nosso". Todas as decisões têm de levar em consideração o fato de que afetarão duas pessoas ou mais. Então, ao encarar as decisões importantes, a mulher terá de pensar em como elas afetarão os pais, os filhos, o lar e a vida espiritual de todos.

O marido terá de passar a considerar a escolha profissional, vida social, amigos e todos os seus interesses tendo em mente que ele é somente uma parte da família e que a família em sua totalidade precisa ser levada em consideração.

Nem sempre o casamento transcorrerá tranqüilamente e sem problemas, mas ainda assim pode ter muita paz. O casal pode ter de enfrentar a pobreza, a doença, as desilusões, fracassos e até a morte de alguém da família, mas nem isso lhes tirará a paz.

O casamento poderá ser bem-sucedido enquanto não houver egoísmo. Os problemas farão com que os pais se unam mais, formando uma união indissolúvel se houver total abnegação.

Durante a depressão da década de 1930 houve uma acentuada diminuição do número de divórcios. A pobreza, as falências, as decepções uniram os pais.

As adversidades conseguem solidificar os relacionamentos que a prosperidade poderia destruir. ( Autor Desconhecido )